Um novo rumo a seguir

Ultimamente as pessoas têm uma tendência para se preocuparem demasiado com o que fazemos e, por isso, sentimos muitas vezes a necessidade de agradarmos os demais. O que não é correto, pois devemos viver a nossa vida e não a que os outros querem que tenhamos. Assim, perdemo-nos quase sempre em coisas que pouca ou nenhuma importância têm para nós, quando na realidade devemos procurar ser felizes. Quando nos focamos em demasiadas coisas, o sucesso é inevitavelmente inatingível, pois devíamos estar a fazer aquilo em que realmente somos bons e uma boa parte da felicidade das nossas vidas resulta disso mesmo. Dito desta forma até parece fácil, mas bem sabemos que a realidade não o é e a vida faz-nos perceber isso de muitas formas diferentes. No entanto, nunca é tarde para seguirmos novos rumos e experimentarmos novas coisas, pois só fazendo isso é que podemos saber como nos sentimos realizados.

Como deve ser a vida?

Como deve ser a vida? Esta é talvez a questão mais comum na mente das pessoas por todo o mundo. Algumas dirão que as suas vidas são entediantes, enquanto outras vos dirão que necessitam de um pouco de tédio para fugir aos seus problemas. Há quem esteja desesperado por arranjar um emprego, enquanto alguém no outro lado do mundo desespera por sair de uma zona de guerra. As nossas condições podem ser diferentes, mas o nosso objetivo é o mesmo. Procuramos a nossa paz de alguma forma, mas nunca a iremos obter, porque não podemos fugir daquilo que somos. Pessoas… Seres insatisfeitos por natureza que estão já à partida condenados ao que verdadeiramente são. Por isso, sempre que perguntem a alguém: “Como deve ser a vida?”; a resposta mais provável será: “Pedia ser melhor…”.

Frustração

Cada vez acredito mais que vivemos num mundo de pessoas frustradas. Isto porque, quando olhamos à nossa volta vemos pessoas a queixarem-se de falta de tempo para fazerem as coisas. Acredito que isso possa acontecer na maioria dos casos por duas razões: as pessoas têm demasiadas atividades desnecessárias nas suas vidas ou estão a gastar o seu precioso tempo com coisas que não têm importância. Contudo, esta questão não passa de diferentes perspetivas. Para quem é que tem importância? A resposta imediata seria certamente: para nós; mas a maioria das pessoas não pensa assim. Como resultado, vemos pessoas que não conseguem desenvolver ao máximo o seu potencial e, por isso se sentem frustradas. Devemos ver esta questão da nossa perspetiva, pois afinal, ainda somos donos das nossas vidas. Ninguém gosta de se sentir frustrado. Se isso acontece, normalmente significa que algo nas nossas vidas não está bem. Por isso, da próxima vez que sentirmos frustração, devemos perguntar-nos: o que posso eu fazer em relação a isso?