Os significados da vida

Talvez algum dia venha a saber o porquê de a minha vida ter mudado tanto nos últimos meses. Ou então, talvez nunca chegue realmente a sabê-lo com toda a certeza. E vocês, sabem o que estão a fazer? Já pararam um momento para pensar no porquê de serem quem são? Quiçá nunca pensaram verdadeiramente nisso… Todos os dias pensamos naquilo que podemos fazer para sermos felizes ou em como podemos tirar melhor partido do mundo à nossa volta, mas não será que o estamos a fazer de forma errada? Não faz sentido pensar no bem comum, se não somos capazes de pensar naquilo que queremos para nós mesmos. Não o devemos confundir com egoísmo, mas é importante que estejamos seguros daquilo que verdadeiramente queremos, pois isso é parte de quem somos. Os grandes grupos são compostos de grandes individualidades, porque são todas essas individualidades que os tornam grandes.

E agora, já pensaram no porquê de serem quem são? Se a resposta for afirmativa, então estão no bom caminho, mas não se esqueçam de repetir todos os dias essa questão a vocês mesmos, porque as conclusões a que chegarem hoje, podem não ser as mesmas de amanhã. Se, por outro lado, a vossa resposta for negativa, então talvez esteja na hora de começarem a pensar por vocês.

Alternativas?

“Como posso eu saber se estou a fazer a coisa certa?”; A resposta a esta questão é: “Não sei!”. Isto foi algo que demorei algum tempo a descobrir. Quando planeamos as nossas vidas ao mais ínfimo detalhe, tendemos a esquecer-nos que há coisas que não dependem unicamente de nós. Talvez por isso tenham criado o plano B em alternativa ao plano A. E se o plano B falhar também? Plano C? Acho que são demasiados planos para definir… Temos de começar a pensar de forma diferente. Por isso, só comecei a definir alternativas quando o plano inicial falha. A verdade é que a primeira alternativa é quase sempre a melhor. De pouco me serve pensar demasiado à frente, se é um cenário que pode nunca chegar a acontecer. É também por isso que a espontaneidade é muito valorizada. Ser espontâneo não se trata de algo certo ou errado. Já pensaram que os nossos planos podem ser pouco realistas ou que pode não haver tempo suficiente para os colocar em prática.

Será que o futuro é assim tão importante?